quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Da categoria "lindas"

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Waiting here,
Always failing to remember why we came, came, came:
I wonder why we came.

sábado, 23 de outubro de 2010

Ser cule

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Mos Def é cule

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

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Regressam a merda das insónias? Pergunto-lhes porquê.
Elas respondem-me que tenho de formatar.
Enquanto não formatar, vão estar por aqui a puxar por mim, a fazer-me rodar sobre mim próprio, por dentro e por fora. A não deixar dormir, a atrasar o acordar. "Formata", gozam comigo.
Eu mando-as à merda.
Não mandam em mim. Podem chatear-me, mas não me obrigam a nada.
Ao menos tenho companhia.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Estou bonito, estou

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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Ser cule

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Questlove, dos The Roots, é cule.

domingo, 12 de setembro de 2010

A Mimosa, de pêlo grisalho

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B., sem mãos.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Ser cule

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Dan Auerbach e Patrick Carney são os The Black Keys. E são buéda cules.

domingo, 22 de agosto de 2010

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Nos subúrbios temos que arranjar mais coisas para fazer.
Temos de procurar mais entretenimento, temos de nos esforçar:
ir correr para as serras, ir vaguear pelo alcatrão, entrar em cafés, experimentar pelados, mexer a cadeira na esplanada muitas vezes para não deixarmos de apanhar o sol, serpentear por entre rotundas e largas ruas escondidas - verdadeiras avenidas que são traseiras.
Nos subúrbios tudo é grande, tudo é gigante, só que não é preciso. Quando está calor, está muito calor. Quando está frio está muito frio. Quando chove, chove para cacete.
Mas não deviam ser precisos estes extremos. Podia ser tudo um bocadinho mais paulatino e todos nós iríamos sorrir mais durante mais tempo, olha que caraças!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

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Olha, e tal, cresci. Mas foi hoje? Foi com esta mudança de idade? Foi com a passagem dos 27 para os 28? Pois claro que não. E todos sabem isso.

O que eu sei é que há muito tempo que ando a começar a escrever posts e a não ter vontade de os acabar para não os tornar demasiado deprimentes. Fodasse.

Mas não hoje. Hoje só me dá vontade de sorrir.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

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CAROL
Well uh, you know... what about loneliness?

DOUGLAS
What he’s saying is, will you keep out all the sadness?

MAX
Yeah, I have a sadness shield. It keeps out all the sadness and it’s big enough for all of us.

CAROL
Wow.

MAX
I just do this to loneliness: (making a gesture of a bomb dropping on loneliness) Pooooww!

sábado, 24 de julho de 2010

"Quando chegares da Velha Europa [ ] eu já terei pintado o quarto de outra cor"

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

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"Too close to call". Uma expressão sábia.
Essa e "o inusitado da imagem".
Spare me, shit.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Proud

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"The strong man is proud", dizia a legenda desta foto.

Porque há momentos que me sinto assim, fodasse. Momentos em que olho para o lado e que não preciso de ninguém a dar-me uma palmada no lombo. Não me sinto o maior do mundo. Não me sinto o maior do país, nem sequer me sinto o maior da minha rua. Mas sinto-me bem. E não preciso de ninguém.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Ámãe

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"Estou farto, mãe".
"Filho, trata da tua vida."

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Gente cule

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Mayer Hawthorne é cule.

sábado, 3 de julho de 2010

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Às vezes gostava de me lembrar do que penso durante os bocados da noite. Pedaços de verdade na vida de um indivíduo que se transforma. Mas não no total. É apenas num Sicrano mais reflexivo.

Não me lembro bem, mas sei que não sou nem melhor nem pior. Sou apenas o que sinto, seja lá o que isso signifique. Mas contra a puta da minha vontade, NUNCA! E vou ser sempre assim.

Comigo, contigo e com os outros.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

"Sckam!"

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Numa casa tão pequena e ao fim de quase três anos, ainda consigo descobrir coisas novas. Não são cantos nem espaços onde guardo qualquer coisa. Não é isso. São imagens que me entram pela janela da cozinha. São flashes, puros. O sol que reflecte em alguma coisa de vidro, metal ou apenas algo reflexivo, que está lá fora e que faz com que a luz seja disparada de rompante pela sala. É algo que me faz pular, ficar irrequieto. Que me acende o corpo. Algo que me perturba, que me faz fechar os olhos e proteger a cara.

Nunca vou ver o que é.

É nessas alturas que me lembro o quanto eu detesto flashes. Esses pedaços de tempo, esses segundos desnecessários. Não preciso deles. Sempre gostei de fotografar sem flash, que acho que só distorce a realidade, só estraga a luz que vemos na realidade. Prefiro ficar na escuridão e não fotografar do que ficar com tudo rebentado. E os flash rebentam-me. Pelo menos a mim. Distorcem a realidade daquilo que sou, daquilo que vejo. Iluminam-me a lucidez apenas por um nanosegundo e tornam-na um tanto ou quanto disléxica. E estragam-me a fotografia, a captura do momento. A recolha do meu, e só meu, instante. Detesto flashes.

sábado, 19 de junho de 2010

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MR. BRADDOCK'S VOICE
What is it, Ben?

BEN
I'm just...

MR. BRADDOCK
... worried?

BEN
Well...

MR. BRADDOCK
About what?

BEN
I guess... about my future.

MR. BRADDOCK
What about it?

BEN
I don't know. I want it to be...

MR. BRADDOCK
To be what?

BEN
(quietly)
Different.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Isto é lindo

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Chama-se The Johnny Cash Project. E é arrepiante.

Gente cule

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CC Sabathia é cule